sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Copeland - You Are My Sunshine


Alternative | Indie

01 - Should You Return
02 - The Grey Man
03 - Chin Up
04 - Good Morning Fire Eater
05 - To Be Happy Now
06 - The Day I Lost My Voice (The Suitcase Song)
07 - On The Safest Ledge
08 - Not Allowed
09 - Strange and Unprepared
10 - What Do I Know
11 - Not So Tough Found Out


Copeland teve suas atividades já encerradas e diga-se de passagem que foi MUITO BOM enquanto durou. Recomendo pra quem gosta de Death Cab For Cutie. Destaque para os falsettos na voz suave do vocalista Aaron Marsh.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Fugazi - Repeater + 3 Songs

Punk | Alternative | Post Hardcore

01. Turnover

02. Repeater
03. Brendan #1
04. Merchandise
05. Blueprint
06. Sieve-Fisted Find
07. Greed
08. Two Beats Off
09. Styrofoam
10. Reprovisional
11. Shut the Door
12. Song #1
13. Joe #1
14. Break-In

Estou aqui resenhando o post do Matheus porque mais preguiçoso que eu, só ele mesmo. Bem... Ele me mostrou essa banda a uns tempos e foi como descobrir uma daquelas regras chatas do português... Ninguém lembra dela, mas ela sempre estará ali, influenciando com a porra da sua nota final. Esses caras ainda também influenciaram E MUITO a partir do final dos 80.

Fugazi é uma banda de Punk/Post Hardcore formada em 1987 por Ian Mackaye após aquela onda de punks alucinados por Sex Pistols, Ramones, The Clash, etc começarem a decair. Daí surgiu o maldito indie, digamos... Não de Fugazi, porque os caras são do roquenrou... Como eu disse, são uma raridade que conseguiu me pegar apesar de'u não gostar muito de punk/hc pois aqui no Brasil parece que tudo que tem bateria rápida e vocal gritado, é hardcore. Mas percebi que se o hardcore for esse aí mesmo, é uma bela vertente musical pra se aprofundar.


Ian Mackaye é roqueiro, você não.


A banda fazia uma estranha (e compreensivel) atitude em evitar a mídia, o que especulava várias coisas a partir da mídia sobre os integrantes da banda, como por exemplo, o consumo excessivo de álcool e drogas... Bem, sendo uma banda de rock, isso é charme.

O álbum composto por 14 faixas varia de depressivo ao agressivo em questão de uma faixa. Vocal não exagerado e arranjos muito bem feitos para uma banda de apenas quatro membros. Meu destaque vai pra "Shut the Door", "Bluesprint", "Two Beats Off" e "Reprovisional.".. Sem contar as outras faixas excelentes que ele contem... Uma ótima dica pra quem quer curtir guitarras pesadas e um baixo bem sólido.



Aproveitem!

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

The Dear Hunter - Act II: The Meaning of, And All Things Regarding Ms. Leading




The Dear Hunter | Alternative | Progressive | FAT PRIDE



01. The Death and the Berth
02. The Procession
03. The Lake and the River
04. The Oracle On the Delphi Express
05. The Church and the Dime
06. The Bitter Suite I & II: Meeting Ms. Leading and Through The Dime
07. The Bitter Suite III: Embrace
08. Smiling Swine
09. Evicted
10. Blood of the Rose
11. Red Hands
12. Where the Road Parts
13. Dear Ms. Leading
14. Black Sandy Beaches
15. Vital Vessle Vindicates




The Dear Hunter começou como um projeto solo a parte do cantor e tecladista Casey Crescenzo, formalmente um membro da banda proveniente de Boston, Receiving End of Sirens.

Crescenzo decidiu deixar a Receiving End of Sirens e dedicar todo seu tempo em The Dear Hunter.
Seguindo a produção independente de um EP denominado, Dear Ms. Leading, Crescenzo escreveu e gravou um full-length álbum chamado:Act I: The Lake South, the River North. A história de um jovem garoto em seu nascimento, adolescência, e morte. Um álbum marcado por letras extremamente sensíveis com influências progressivas e pop. Os arranjos foram quase todos tocados por Crescenzo, com uma pequena ajuda de familiares e amigos na bateria, teclado, trompete, harmonia e vocais.











Mediafire: The Dear Hunter - Act II: The Meaning of, And All Things Regarding Ms. Leading

terça-feira, 17 de agosto de 2010

West, Bruce & Laing - Why Dontcha

Blues Rock | Hard Rock | Anos 70

  1. Why Dontcha
  2. Out In To The Fields
  3. The Doctor
  4. Turn Me Over
  5. Third Degree
  6. Shake Ma Thing (Rollin' Jack)
  7. While You Sleep
  8. Pleasure
  9. Love Is Worth The Blues
  10. Pollution Woman
A banda West, Bruce & Laing é formada pelos músicos Leslie West (Mountain), Jack Bruce (Cream) e Corky Laing (Mountain) a banda tem um estilo bem parecido com o da Mountain e recebe umas influêcias bem bluzeiras do ex-parceiro de Eric Clapton e Ginger Baker. Jack Bruce é um ótimo baixista e mostra com esse projeto dele, seu poder.
Músicas bem fortes e pesadas pra época. Bom pra quando quer dar aquela animada.



Bom, taí. Ouçam o Power-trio bluezeiro e comentem!

Mediafire: West, Bruce & Laing - Why Dontcha

Explosions In The Sky - The Earth Is Not A Cold Dead Place

Post Rock | Instrumental | Ambient

1 - First Breath After Coma
2 - The Only Moment We Were Alone
3 - Six Days At The Bottom Of The Ocean
4 - Memorial
5 - Your Hand In Mine

      Se eu tivesse que separar uma lista de dez bandas que você não pode morrer sem escutar, essa não deixaria de estar lá. Explosions In The Sky é uma banda formada há onze anos, no Texas, por quatro caras que são, no mínimo, gênios. Vieram trilhando o caminho árduo do que hoje vemos como a febre que se tornou o post rock, trazendo consigo coisas inéditas que no começo da década não eram nada comuns. A extinção do grunge aconteceu e as ditas bandas indies começaram a se espalhar por tudo quanto é canto. No meio desse cenário esses caras foram pra frente nos empurrões e conseguiram se tornar uma banda conceituada e de excelentíssima qualidade frente a tantas outras coisas.

      The Earth Is Not A Cold Dead Place foi um dos primeiros álbuns que me fascinaram e fizeram de mim um adorador de música instrumental, e mesmo depois de tanto tempo ele continua sendo de toda forma um trabalho especial para cada pessoal que o ouve. Totalmente instrumental, os quatro integrantes transformaram cordas em máquinas e melodias em sentimentos, tornando a música um tanto densa e pesarosa. A grande gama de efeitos utilizados faz de cada faixa uma experiência nova, passando da calmaria pra tempestade em questão de segundos e te levando cada vez mais pra dentro da atmosfera desse cd. Com cinco faixas, numa média de nove minutos por música, The Earth Is Not A Cold Dead Place consegue te deixar sorrindo abobadamente uma hora e, em outra, recaído em pensamentos.


      As faixas não tem esses nomes aleatoriamente. Cada uma é apenas um título para o texto que você irá ouvir. Abrindo com "First Breath After Coma", suave como todo o cd, os arranjos instrumentais aparecem impecáveis durante toda a música (e o álbum todo), mas considero essa música apenas como uma prévia do que realmente vem. Terminando de um jeito destruidor, a faixa segue sem fim até se emendar com "The Only Moment We Were Alone", que vai abaixando gradativamente até o bumbo ficar repetitivo na sua cabeça e entrar a melodia que durante toda a música, é como uma montanha russa: A calmaria da subida e a queda devastadora da descida. Igualmente impecável (e minha favorita) entra "Six Days At The Bottom Of The Ocean", possuindo uma mudança incrível na metade dela, passando pra outro ambiente onde apenas "Memorial" consegue definir. Pense nesse cd como uma peça de teatro. Cada hora ela possui um tema diferente assim como dito no título das músicas, mas todas se relacionam e desbotam para um sentido final que é concluído apenas na última faixa, "Your Hand In Mine".



      Enfim, considero esse álbum não apenas como um disco, mas uma obra de arte a ser vista com todo o cuidado. Indispensável para quem quer conhecer mais do post rock e do instrumental, mas também igualmente indispensável para quem quer simplesmente se sentir bem (ou mal) por ouvir música. Bom proveito!

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Bad Astronaut - Houston: We Have a Drinking Problem


Alternative | Punk Pop | Bad Astrounaut


01. These Days
02. Clear Cutting
03. Single
04. Break Your Frame
05. Disarm
06. Not a Dull Moment
07. You Deserve This
08. If a Had a Son
09. Solar Sister
10. Off the Wagon
11. Another Dead Romance
12. Killers and Liars
13. Our Greatest Year
14. The Passenger







Bad Astronaut é um dos milhares de projetos paralelos de Joey Cape, do Lagwagon. Com uma pegada mais alternativa do que o Me First and the Gimmes Gimmes, o Bad Astronaut faz um som singular e ótimo.


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