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domingo, 1 de setembro de 2013

Idaho - Hearts Of Palm


Indie | Slowcore | Alternative | Chill-out | Folk | Lo-Fi

1 - To Be the One
2 - Hearts of Palm
3 - Down in Waves
4 - This Cloud We're On
5 - Happy Times
6 - Dum Dum
7 - Astrida
8 - Evolution Is Cold
9 - Alta Dena
10 - Before You Go
11 - Under


Boa tarde, Taverneiros! Como vão vocês? Eu tô um lixo! Acabei de chegar em casa de um cirurgia de cinco horas e meia de septoplastia e rinoplastia conjunta e meu nariz não pára de sangrar. Mas já que não posso fazer nada além de ficar sentado ou dormir, vou escrever rapidinho aqui no blog, haha.



Conheci essa banda a poucos dias num grupo muito bom que um amigo me colocou lá no facebook. A voz é extremamente parecida com a do vocalista do Dinosaur Jr. porém com uma pegada mais folk, indie, sei lá. O som é muito agradável e eu realmente fiquei muito feliz de ter conhecido isso numa época em que eu não aguentava mais ouvir Fela Kuti e Cream, HAHA. Não encontrei muita informação sobre a banda, além do fato de que são da Califórnia e que a banda nasceu em 1991. Eles tem vários discos, pelo menos uns cinco e esse ai foi o primeiro com o qual tive contato, que é de 2000. A qualidade do trabalho dos caras é realmente muito boa para uma banda que não faz, relativamente, sucesso.

Ouçam o disco inteiro em algum dia que não esteja fazendo calor, de preferência chapados e com o seu amor do lado pra compartilhar o som. Disco aprovadíssimo para ouvir dirigindo, também. Separo os faixas "To Be the One", "Hearts of Palm", "Down in Waves" e "Alta Dena". Não vou falar muito aqui porque, realmente, preciso de repouso. Estarei postando mais nessa semana e nas próximas. Falando nisso, ando meio insatisfeito com a baixa quantidade de bandas que estou descobrindo recentemente. Se alguém quiser me indicar um som de alguma banda que não esteja aqui na Taverna podem me mandar um e-mail ou me adicionarem no facebook, sintam-se à vontade.

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sexta-feira, 25 de março de 2011

Guachass - Guachass

Hard Rock | Uruguay | Riot Grrrl | Indie | Uruguaias gostosas gritando num microfone

1 - Dirty Harry
2 - White Thunder
3 - Pulpo
4 - Lulu
5 - Motörheadero / Motörslut
6 - Psycho-Boy

      Eu normalmente chego em casa todo dia depois das 23hrs, direto da faculdade. No ônibus, acabo ouvindo coisas depressivas e calmas porque eu estou destruído, cansado e com um sono de proporções épicas. Eis que hoje assisto a aula da manhã por motivos irrelevantes e saio de lá animado porque chegarei em casa na hora em que normalmente acordo. Pra realmente dar essa animada, resolvi ouvir algo mais contagiante. Procurei na tag HARD ROCK que tinha no iPod e fiquei fuçando lá. Ouvi Black Drawing Chalks, MQN, Hellacopters e Forgotten Boys. Eis que passa o nome Guachass na lista e tento lembrar o que que era. Apenas uma mensagem passou no meu cérebro: uruguaias gostosas tocando hard rock. Era o necessário.

      Fui ouvindo isso e batucando o ônibus inteiro. Eu realmente empolgo muito quando ouço músicas animadas no ônibus. Ontem fui ouvindo Lack Of Afro e quando percebi estava estalando os dedos, batendo o pé, balançando a cabeça e assobiando aquele fuzz nervoso. Acontece que a música de Guachass é bem, bem animada. Bateria rápida, riffs destruidores na guitarra, o baixo marcante e a (sensualíssima) voz da vocalista rastejando entre as batidas dos pratos. Fiquei tão animado com a coisa que estou postando essa raridade aqui que possui apenas 376 ouvintes no Last.fm (espero que aumente consideravelmente após essa postagem).


      Uma amiga minha que me mostrou isso e quando ouvi foi incrível. Porém como toda pessoa, eu tenho minhas fases musicais e acabei abandonando o Hard Rock por outras coisas. Eis que hoje redescubro essa maravilha e posto aqui para vocês conferirem. Para falar a verdade, não achei NADA sobre a banda exceto uma definição (em espanhol) que tem no myspace deles:

      "Ahogados en un Montevideo gris, Guachass nace a mediados del 2004 de la necesidad de Camila G. Jettar, Flor B. Ungo y Marian G. Deus por tocar y sentir rock n roll. Las tres chicas de alrededor de 20 años ya habían probado los escenarios del under montevideano en bandas como Tom-Boy (de los primeros grupos de mujeres del país) y Estúpidos. Reclutado Martin (Los Hermanos Montenegro), se concluye la idea. Guachass se mueve con pasos agigantados. Durante el 2005 comparten escenario con Motosierra, Santa Cruz, Hablan por la Espalda, Culpables, Silverados.. En 2006, la formación se hace definitiva con la llegada del nuevo baterista, Federico Mollinari, cabalgador nato de piernas largas hasta el cielo. Este mismo año se dan las primeras visitas de la banda a Buenos Aires, tocando con Los Alamos, Satan Dealers.. Son aplaudidas fluidamente por un público de la vieja escuela que las recibe con respeto. Finales de 2007: la alianza Guachass – Los Natas existe, se concreta con el primer show en Niceto apadrinadas por la banda stoner mas importante de Sudamérica, de resultado exitoso. El combo se repite a lo largo de los años siguientes."

      Bem, se você conseguiu entender, tudo bem, se não, eu resumo o som deles em algumas palavras: quebradeira, mosh, mulheres, velocidade, guitarra, mulheres, bebida, bateria, mulheres, etc. Precisamente nesse disco, ou melhor, neste EP, lançado em 2007, o som é focado nessa velocidade que eu disse. É animado e perfeito pra quando você precisa sair por aí balançando a cabeça e esquecendo de todas suas responsabilidades. Seria trilha sonora de uma briga de bêbados em uma taberna. É muito fácil imaginar cadeiras voando, um homem deslizando sobre a mesa do bar e garrafas estourando na cabeça de outro, apenas com o som deste pequeno disco de dezesseis minutos de duração.


      Dirty Harry tem um das composições mais legais do disco. Uma voz sussurada, quase bêbada e a guitarra destruidora que entra aos quase dois minutos de música. Interessante como a música termina em um riff que dá inicío para a outra. Você vai ouvir e pensar que é o fim de Dirty Harry, mas é o começo (na mesma tonalidade) de White Thunder, minha preferida do álbum. Quase quatro minutos de uma voz rouca e cansada cantando uma letra mais do que incrível, acompanhada de riffs nervosos dobrados na guitarra e no baixo. Apesar de serem uruguaias, o disco todo é cantado em inglês, o que facilita o entendimento. Pulpo é instrumental mas nem precisa de letra pra transmitir o rock 'n roll que é tocado na pentatônica feita na Gibson Les Paul de uma das gostosas integrantes. Lulu é a mais pauleira do disco. Um screamo sinistro feito pela vocalista é acompanhado pela voz de uma das também gostosas integrantes. A quinta faixa é também uma das mais pesadas junto com Psycho-Boy, que também é acompanhada por vocais de alguma das també- PAREI, JURO.

      Então, uma resenha pequena para vocês de um disco que vai deixar você descabelado e com o pé formigando de tanto imitar um bumbo de bateria. É bem provável que quem gosta das bandas que citei lá em cima vá gostar de Guachass, porque além do peso instrumental e da adrenalina em suas músicas, o fato de serem mulheres (tem um homem na banda mas quem liga?) que fazem esse som é de deixar qualquer guitarristazinho no chinelo e qualquer apreciador do sexo feminino mais chocado ainda, hahaha. Enfim... Bom proveito! Deixo também o myspace do grupo para consulta antecipada do disco oficial deles!



http://www.myspace.com/guachass

Download - Mediafire

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Ray LaMontagne - Trouble

Folk | Indie Folk | Indie | Voz Super Bacanildes

  1. Trouble
  2. Shelter
  3. Hold You In My Arms
  4. Narrow Escape
  5. Burn
  6. Forever my Friend
  7. Hannah
  8. How Come
  9. Jolene
  10. All The Wild Horses
      Ray LaMontagne, Cantor folk nascido em New Hampshire, um cara totalmente normal, com seus problemas e dificuldades normais, que um dia, voltando do trabalho na fábrica de sapatos, teve a idéia de se tornar um cantor folk. O cara tem uma criatividade absurda, e uma voz fodissima. Como é um cara envergonhado, prefere fazer seus shows no escuro e bem próximo ao público, pra melhor interação destes.


      O Disco é basicamente todo feito por ele, em seus mínimos detalhes. Esse é só o primeiro trabalho dele, que já tem atualmente 3 discos, e faz o próximo enquanto aproveita sua vida no campo. Destaque na música-nome do cd "Trouble" é coisa linda de deus.



sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Copeland - You Are My Sunshine


Alternative | Indie

01 - Should You Return
02 - The Grey Man
03 - Chin Up
04 - Good Morning Fire Eater
05 - To Be Happy Now
06 - The Day I Lost My Voice (The Suitcase Song)
07 - On The Safest Ledge
08 - Not Allowed
09 - Strange and Unprepared
10 - What Do I Know
11 - Not So Tough Found Out


Copeland teve suas atividades já encerradas e diga-se de passagem que foi MUITO BOM enquanto durou. Recomendo pra quem gosta de Death Cab For Cutie. Destaque para os falsettos na voz suave do vocalista Aaron Marsh.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

The Arcade Fire - The Suburbs


Alternative | Indie Rock | Arcade Fire



01. The Suburbs
02. Ready to Start
03. Modern Man
04. Rococo
05. Empty Room
06. City With No Children
07. Half Light I
08. Half Light II (No Celebration)
09. Suburban Way
10. Month of May
11. Wasted Hours
12. Deep Blue
13. We Used to Wait
14. Sprawl (Flatland)
15. Sprawl II (Mountains Beyond Mountains)
16. The Suburbs (Continued)





Arcade Fire é uma banda de rock alternativo canadense formada em 2003 pelo casal Win Butler e Régine Chassagne, a banda é conhecida por suas apresentações ao vivo, como também pelo uso de um grande número de instrumentos musicais; principalmente guitarra, bateria e baixo; mas também piano, violino, viola, violoncelo, xilofone, teclado, acordeão e harpa.

Esse é o novo álbum do Arcade Fire que é uma banda simplesmente genial, não é superior ao grandioso primeiro cd do Arcade Fire o "Funeral", mas é um ótimo álbum. As melhores faixas do álbum pra mim são: Modern Man e Ready to Start. Espero que curtam


Download: Arcade Fire - The Suburbs

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Little Joy - Little Joy

Alternative | Folk | Brazilian

1 - The Next Time Around
2 - Brand New Start
3 - Play The Part
4 - No One's Better Sake
5 - Unattainable
6 - Shoulder To Shoulder
7 - With Strangers
8 - Keep Me In Mind
9 - How To Hang A Warhol
10 - Don't Watch Me Dancing
11 - Evaporar

      Conheci o Little Joy através de uma amiga lá pra 2008. Não dei o mínimo interesse na época e me arrependi por não ter prestado mais atenção naquele som e alguns meses depois dei uma escavada e os reencontrei esse (e único) album e foi paixão à segunda vista.

      Rodrigo Amarante encontrou com Fabrizio Moretti num festival em Lisboa em 2006. Conversaram e chegaram na ideia de formar algo para fazer um som desvinculado das bandas em que eles tocavam. Findo o ano, a ideia não foi levada adiante por motivos internos da banda de cada um: Los Hermanos acabando e Casablancas se colocando na linha pra ganhar a mesadinha do pai. Um ano depois, enquanto Amarante fazia participação no Smokey Rolls Down Thunder Canyon, do Devendra Banhart (precisamente na faixa Rosa), ele decide encontrar Moretti para resolver a treta de antigamente e finalmente fundar o projeto juntamente com Binki Shapiro, ótima musicista que incentivava a ideia desde a, hmm... idealização(?).


      Com apenas onze faixas, Little Joy é uma surpresa. Misturando influências do folk, letras em português e inglês, a composição característica de Amarante e a suavidade da voz de Binki, eles conseguem formar um album quase perfeito que para ser o primeiro album de alguem. Só ouvindo mesmo para poder falar bem.

      Destaque a algumas faixas como "Don't Watch Me Dancing", cantada por Binki, que me fez marcante como uma das primeiras músicas que eu realmente me apaixonei, tanto pelos arranjos, pela voz ou pela composição... Tambem tem "Evaporar", cantada por Amarante em apenas um violão e na nossa língua nativa, rs, sendo suave, linda e densa. Assim como em "Unattainable", cantada por Binki, com sua voz que já se torna característica ao longo do disco, ela te leva a uma calmaria única. Abrindo o album, "The Next Time Around", cantada por ambos e tocada até com banjos, quase que é a estrela do album se, é claro, todas as músicas fossem ótimas.




Espero que gostem!

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terça-feira, 20 de julho de 2010

Pullovers - Tudo o que Eu Sempre Sonhei

Alternativo | Nacional | Pullovers

01. Tudo o que eu sempre sonhei
02. O amor verdadeiro não tem vista para o mar
03. 1932 (C.P.)
04. Marinês
05. Lição de Casa
06. Quem me dera houvesse trem
07. Marcelo ou eu Traí o Rock
08. Futebol de Óculos
09. Sambinha Salgueiro
10. O que dará o Salgueiro
11. Semana
12. Todas as Canções são de Amor
13. Tchau




Pullovers é uma banda paulista (?) de rock alternativo com um som muito doce e algumas letras muito ásperas, tudo muito simples e bem feito, esse cd contem ótimas composições com arranjos simples, as minhas faixas favoritas são "Tudo o que Eu Sempre Sonhei" "Marcelo ou eu Traí o Rock" e "Tchau"

Enjoy.


Mediafire: Pullovers - Tudo o que Eu Sempre Sonhei

quinta-feira, 15 de julho de 2010

The Album Leaf - A Chorus of Storytellers


Post-rock | Indie | Ambient

01. Perro
02. Blank Pages
03. Within Dreams
04. Falling From The Sun
05. Stand Still
06. Summer Fog
07. Until The Last
08. We Are
09. Almost There
10. Tied Knots

Projeto musical de San Diego, California. Formado em 1998. Uma boa pedida pra quem gosta de Sigur Rós ou The Appleseed Cast. Conta com a mixagem de Jónsi, do Sigur Rós.

domingo, 11 de julho de 2010

Jennifer Lo-Fi - Jennifer Lo-Fi



Alternative | Experimental | Indie | Brazilian

01 - Song 1
02 - That Creature In The Closet
03 - The Bear On It's Cavern
04 - The Last Part of Our Void
05 - F for fake
06 - Até o Joelho Cair
07 - Michael Kane
08 - Delírio Coletivo
09 - Coletivo Segundo
10 - Instrumental
11 - Catarse
13 - Pedacabo

      Aproveitando o surto de música nacional que ouvi semana passada, passei pra uma vertente um pouco diferente e acabei caindo nessa bandinha ai que, por puro acaso, encontrei a mais ou menos um ano por uma comunidade (horrenda) do orkut. Bem, pelo menos posso dizer que alguma coisa na minha vida ganhei usando aquela coisa. Pelo menos Jennifer Lo-Fi.

      Pelo (muito pouco) que conheço da banda, Jennifer Lo-Fi foi formado em 2008, em São Paulo, através da Internet. Isso mesmo, meu chapa, através do bom e velho MySpace. O pessoal já trilhava um caminho na música e resolveram juntar e fazer seu próprio som. A banda, relativamente muito nova, leva nas costas influências como Sonic Youth, Cat Power e The Mars Volta.




      Tomei a liberdade de fazer uma seleção das músicas lançadas entre 2008 e esse ano, no EP Summer Session, que mostra uma tomada experimental violenta, meus jovens, rsrs. Bem, pra começar, coloquei as músicas em sequência de lançamento: Uma do EP de 2008, oito lançadas nesse meio tempo e três do ultimo trabalho deles.

      A voz suave e (quando quer) agressiva de Sabine Holler consegue ir levando o som na mais tranquila calma de todas. Na primeira faixa, "Song 1" (tambem nomeada de Below And Above), dá uma bela introdução do que parece uma seleção bem calma, mas que muda apartir da metade de "Até o Joelho Cair", que tem uma guinada bizarra na metade de já te leva pra uma atmosfera totalmente diferente do começo. Além disso, as músicas são cantadas ora em inglês, ora em português, mostrando letras excepcionais e muito densas.

O destaque dessa seleção vai pra músicas como "F For Fake", com um clipe muito bem trabalhado e simples, "Michael Kane" que, na minha opnião, faz um excelente jogo de palavras. Mas "The Bear On It's Cavern" é minha preferida. Violão suave, voz suave, instrumentos suaves e, pelo que sei, a participação de Mallu Magalhães em um instrumento que lembra muito uma gaita mas não é. E falando nela, o produtor de Jennifer Lo-Fi tambem é o cara que botou a Magalu na fama, mas dessa vez será uma banda melhor ainda, haha.

Taí uma boa sugestão de pouca coisa que tem no mercado brasileiro, rs. Espero que gostem.

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