Indie | Slowcore | Alternative | Chill-out | Folk | Lo-Fi
1 - To Be the One
2 - Hearts of Palm
3 - Down in Waves
4 - This Cloud We're On
5 - Happy Times
6 - Dum Dum
7 - Astrida
8 - Evolution Is Cold
9 - Alta Dena
10 - Before You Go
11 - Under
Boa tarde, Taverneiros! Como vão vocês? Eu tô um lixo! Acabei de chegar em casa de um cirurgia de cinco horas e meia de septoplastia e rinoplastia conjunta e meu nariz não pára de sangrar. Mas já que não posso fazer nada além de ficar sentado ou dormir, vou escrever rapidinho aqui no blog, haha.
Conheci essa banda a poucos dias num grupo muito bom que um amigo me colocou lá no facebook. A voz é extremamente parecida com a do vocalista do Dinosaur Jr. porém com uma pegada mais folk, indie, sei lá. O som é muito agradável e eu realmente fiquei muito feliz de ter conhecido isso numa época em que eu não aguentava mais ouvir Fela Kuti e Cream, HAHA. Não encontrei muita informação sobre a banda, além do fato de que são da Califórnia e que a banda nasceu em 1991. Eles tem vários discos, pelo menos uns cinco e esse ai foi o primeiro com o qual tive contato, que é de 2000. A qualidade do trabalho dos caras é realmente muito boa para uma banda que não faz, relativamente, sucesso.
Ouçam o disco inteiro em algum dia que não esteja fazendo calor, de preferência chapados e com o seu amor do lado pra compartilhar o som. Disco aprovadíssimo para ouvir dirigindo, também. Separo os faixas "To Be the One", "Hearts of Palm", "Down in Waves" e "Alta Dena". Não vou falar muito aqui porque, realmente, preciso de repouso. Estarei postando mais nessa semana e nas próximas. Falando nisso, ando meio insatisfeito com a baixa quantidade de bandas que estou descobrindo recentemente. Se alguém quiser me indicar um som de alguma banda que não esteja aqui na Taverna podem me mandar um e-mail ou me adicionarem no facebook, sintam-se à vontade.
HOLA AMIGOS! Depois de dez meses com a Taverna abandonada, estou voltando com toda a força a bota-la em movimento! Chega de mesas vazias e copos empoeirados, pois o blog está voltando (apesar de que, apenas eu estou aqui) à atividade e teremos resenhas sempre que possível, ao mínimo semanais! Nessas primeiras semanas, estarei conferindo e re-upando todos os links quebrados e deletados pela nossa querida amiga DMCA, que gosta de mandar pra baixo várias postagens e seus respectivos links para download. Mas não temas porque a vontade (muito egoista, haha) de disseminar meu gosto musical para meus caros leitores foi maior que a preguiça e agora estou com a bunda nessa cadeira, faltando quatro horas para eu acordar para ir trabalhar, apenas fazendo o que me deu vontade: A TAVERNA!
Inicialmente peço desculpas a todo mundo que voltava aqui para conferir se existia algo novo, mas este longo tempo de hiato foi necessário de diversas formas para mim. Foi um crescimento pessoal e espiritual que agora me ajuda a ser quem eu sou. Meu tempo de faculdade ainda está em continuação e estou com um emprego fixo, o que dificulta a maior elaboração das resenhas na Taverna pela falta de tempo, mas vou conseguir algumas horinhas para preparar os textos que enchem as páginas deste blog (mas aposto que vou apanhar horrores para o HTML depois de tanto tempo sem mexer nele). Agora chega de bate papo e vamos ao que importa!
Estava eu aqui, nas minhas férias da faculdade, travando uma guerrinha microscópica de star wars com as bolinhas de sujeira em meu umbigo, quando nosso companheiro Heitor, que já contribuiu para postagens aqui no blog, me chamou pela internet e me perguntou se eu conhecia esta tal banda, Quarto Negro. Eu nunca tinha ouvido falar e pelo tom da conversa do Heitor, que ousou dizer que nunca ouvira algo nacional de tamanha qualidade, julguei que realmente deveria ser algo incrível. Para exemplificar do que ele estava dizendo, ele me mandou o vídeo de uma música deles, que é esta:
OK. A sua reação foi igual à minha? A ponto de ficar sem voz tanto pela qualidade música, quanto pela qualidade da fotografia do clipe ou bela beleza sem limites dessa ruiva? Se reagiu assim ou passou por algo perto disso, então continue lendo isso aqui porque isso aí é apenas 1/11 do disco.
Quarto Negro foi formado em 2008, como um projeto solo de um dos ex-integrantes da banda Ludovic. Em dois anos o som foi consolidando-se e os quatro músicos passaram por uma viagem pela Europa, absorvendo influências essenciais para a criação do long play "Desconocidos", lançado em 11 de Setembro de 2011. Este disco foi gravado no verão de 2010 em Barcelona, trazendo elementos ainda não experimentados pela banda. Exilados em estado de profusão musical, os músicos permaneceram trancafiados para a composição e gravação das canções escutadas neste disco.
Quando ouvi a primeira música, já comecei achar que era ZOEIRA o som dos caras. Que não era possível a existência de um som desses que eu não tinha ouvido. Aí vinha aquela voz na minha cabeça: "POR QUE DIABOS NÃO OUVI ISSO ANTES?!?". Fiquei em uma imersão neste disco por aproximadamente duas semanas. Só ouvia ele e dava atenção a ele. É uma obra prima pra ser o debut de uma banda que tem apenas quatro anos. E o melhor de tudo: os caras disponibilizam o disco para download gratuito.
Desconocidos possui onze faixas, aonde destaco algumas realmente marcantes. A primeira faixa, "Luz", é um murro no meio da cara. Um peso forte, contrastando com uma voz arrastada em um piano melancólico, enquanto a bateria não abre mão de fortes golpes nos pratos, sem contar nas sonoridades aplicadas num efeito de delay reverso, daquele tipo muito rápido, que lembra alguns sons que Hendrix conseguia em algumas músicas. "Llucmajor" foi a segunda faixa que ouvi através da recomendação do Heitor. Continuam com o piano bem presente desde o início do disco até o fim, mas nesta o piano fica em segundo plano e abre o espaço para o violino, o violão e o trompete. Além do mais, há quebras de tempo surpreendentes e repentinas, que me despertaram da catarse que é o início dessa música. "Vesânia II (Delírio mútuo)", evito até comentar pelo fato de vocês já terem ouvido lá em cima. "Perfume solto" ficou como uma das minhas prediletas pela sua simplicidade e elegância. É suave e leve, com um dedilhado no violão acompanhado de notas soltas no piano e à voz também quase que arrastada, cantando uma das mais belas letras do disco.
No mais, o disco se resume à experiência de ouvi-lo com calma e deixar ser absorvido pela beleza dele. Além disso, não posso deixar de citar o trabalho INCRÍVEL que foram as fotografias e filmagem de Chill Photographie em um portfólio exclusivo para o álbum Desconocidos. Como sou leigo demais nesse assunto, deixarei nos links o trabalho na íntegra juntamente com a letra de cada música. Agora, chega de enrolação, pague logo este disco com um tweet e aproveite! Saravá!
Alternativo | Blues Rock | Música pra ouvir sozinho no elevador e ficar dançando
1 - Polo Norte
2 - Pechincha
3 - Longos Dias
4 - Maracutaia
5 - Homem.com
6 - Peso da Vida
7 - Fliperama
8 - A nova
9 - Mequetrefe
10 - Quero saber
11 - Todo Mundo Quer
12 - Tupan-Ran-Tupan
AEEEE VOLTEI PORRA NÃO ACREDITO. Que felicidade, gente. Sério mesmo, não sei como não consegui lembrar do prazer que é escrever aqui e não voltei logo. Disse que era pausa breve e acabou sendo quase tão grande quanto a última. Podem me culpar, pois no último mês minha vida tem sido um turbilhão. Alcancei minha maioridade e as coisas começaram a chegar no hard, incluindo ter que voltar a trabalhar com minhas aulas de violão, comecei a fazer faculdade (um trampo para arrumar os materiais) e um monte de outras coisas. Porém o que importa é que agora decidi voltar a postar algumas vezes na semana, nem que seja apenas uma, pelo menos para estar sempre mostrando algo novo para meus caros leitores.
Um dia desses estava voltando da faculdade no maravilhoso horário de 22:30 e, cansado, resolvi botar Explosions In The Sky pra tocar. Porém meu Mal de Parkinson reprimido atacou e por um deslize acabei entrando nas músicas do Falcatrua, o nome abaixo da banda que eu desejava escutar. Tinha tanto tempo que eu não escutava os caras (com exceção de "Longos Dias") que fiquei curioso novamente e resolvi dar uma animada ao som deles. Como é de se esperar, minha reação foi realmente surpresa, pois quando os tinha ouvido não reparei tão bem nos arranjos e nas letras, desvalorizando o valor musical de suas composições. A surpresa foi grata e agradável, tanto é que fui até chegar em casa com este disco que, apesar de ter apenas 35 minutos de duração, é empolgante e animado.
Falcatrua é uma banda daqui de Belo Horizonte. Infelizmente muito mal reconhecida em alguns pontos, porém cultuada pelos apreciadores de uma música boa. Com dez anos de estrada e, claro, muitas mudanças, Falcatrua é um híbrido, uma comédia e por quê não uma dança? Sua música é animada, crítica e algumas vezes pop. Acho interessante mencionar que os caras são gatos velhos da cena musical daqui de BH, passando por uma discografia que até inclui um tributo a Tim Maia, que pelo visto eles veneram. Além disso, André Miglio, vocalista, possui uma extensa carreira musical com excelentes influenciais que vão até do cinema à política, coisa que a qual tive o prazer de aprender algumas palavras dele num bar após sua apresentação no Parque Municipal em 2010.
O disco que posto aqui é um exemplar de 2007, se não me engano. É engraçado a história de como ganhei esse álbum pois foi totalmente aleatório. Eu estava no ensino médio e uma rádio foi fazer propaganda (dela mesma) lá no tal colégio. Acontece que eu fui chamado pelo pessoal pra responder um quiz e acabei ganhando uma camisa do Pop Rock 2007 (que nunca usei), uma bic esferográfica e o Falcatrua e o Pau de Arara Espacial. Naquela época eu não sabia bolhufas sobre música e só fui dar importância a esse disco alguns anos depois, quando o achei numa das gavetas enterradas de inutilidades como cartas de Magic e livros roubados da escola. A questão que abordo nessa resenha não é só mostrar o bom lado musical que Falcatrua possui, mas salientar a aguçada capacidade de criticar sem aparentar estar criticando, coisa que você verá ao ouvir o disco.
Como sempre faço, destaco algumas faixas como "Polo Norte", abrindo o disco com sua deliciosa linha de baixo e uma letra alerta e engraçada, descontraindo-nos do fato de que tal aviso cantado na música também serve para nós. "Pechincha", no vídeo acima, é animada, bem humorada e muito dançante. A única coisa que imagino é balançar a cabeça e sair rindo no meio de uma multidão. O troféu de mais bela fica com Longos Dias. Seu agradável trompete soa em uníssono com a suave guitarra que, por sua vez, estoura em um solo bem blues lá pro dois minutos de música. É incrível, só ouvindo mesmo. Por último, e não menos importante, fica "Homem.com", com a metódica bateria, uma letra muito mais que sagaz e um swing que James Brown teria inveja, haha!
Bem, de resto é ouvir e curtir a ~dançabilidade~ em potencial que esse disco inflama nas pernas de cada um, rs. Deixo também uns links de acesso a sites relacionados à banda, fica a seu critério entrar ou não, mas é excelente conferir a imensidade do novo projeto de Falcatrua que está saindo agora, rs. Bom proveito a todos e, novamente, peço desculpas pela pausa de quase dois meses e digo que volto daqui uns dias pra postar mais coisa nova para todos. Abraços!
Alternative | Post - Punk? | DEPRESSÃO INSTANTÂNEA
1 - Into My Arms 2 - Lime Tree Arbour 3 - People Ain't No Good 4 - Brompton Oratory 5 - There Is a Kingdom 6 - (Are You) The One That I've Been Waiting For? 7 - Where Do We Go Now But Nowhere? 8 - West Country Girl 9 - Black Hair 10 - Idiot Prayer 11 - Far From Me 12 - Green Eyes
Tenho quase certeza que esse foi o primeiro disco que ouvi do Nick Cave. Com um vasto trabalho com os Bad Seeds, no Grinderman, The Boys Next Door, no The Birthday Party e em sua carreira solo, Cave é um dos grandes nomes da música alternativa, sendo uma passagem obrigatória para quem quer conhecer seu trabalho, principalmente na década de oitenta, onde foi fortemente influenciado pelo post-punk. Cave é cantor, pianista, guitarrista, compositor, roteirista, escritor e, de quebra, ator.
A maior parte de seu trabalho está neste grupo. O Nick Cave & The Bad Seeds está na ativa desde 1983, tornando-se muito conhecido com seus 14 discos de estúdio e, não apenas por isso, pelo grande nome que é Nick Cave. Sua densa voz unida às letras sobre morte, amor, violência e, principalmente, a religião, transformam cada música em uma reflexão sobre algo que ninguém deseja discutir, trazendo algo de perturbador ao ouvinte.
Eis uma foto que acho épica.
Cave é um homem extremamente criativo. Atuando em áreas como a música, literatura, cinema e outras, ele possúi várias histórias bizarras. Uma delas ocorreu no final da década de 80, quando ele se afundava na heroina, buscando algo para os Bad Seeds, e foi visto no metrô de Londres, magérrimo, escrevendo uma carta (ou quem sabe uma nova composição?) usando uma seringa cheia do seu próprio sangue... OK. O abuso de drogas o levou a constantes períodos de depressão que, por sua vez, o levaram a um intenso questionamento sobre vida, morte e religião. Estes são os focos de suas composições desde a década de oitenta. E, cara, ele é um deus pra compor sobre isso.
Este disco, diferentemente de outros lançados, deixa de lado a violência e a morte, e tenta colocar, de forma única, toda sua beleza nas composições de Cave sobre o amor, a saudade e a religião. Uma forma de protesto sobre todas as verossimidades do mundo e a falta de fé das pessoas na própria humanidade, que procuram a religião como forma de escape da realidade. Como um aviso, se você entende inglês fluentemente e é um católico cego, é preferível não ouvir o disco ou então, apenas ouvir a intensa voz de Nick e ignorar suas letras, mas fazer isso é como cortar a cabeça para poupar o barbear, então abra um pouco a cabeça e deixe, de forma suave, a beleza desse disco o seduzir.
Vamos ao álbum! Arranjos em piano, violino e órgão dão uma atmosfera pesada ao clima do disco. Diferente dos outros, este se foca nas letras, deixando de lado a imagem de homens maus que os Bad Seeds têm e passando a imagem humana de seu som. Simples, belo, tocante e, é claro, incrível. Algumas músicas merecem seu devido destaque. "Into My Arms" ficou como a mais famosa do disco. Arranjos apenas no piano e na voz de Cave, uma letra pesada demais para se suportar. É diferente das demais, focando na singelidade da composição e dos arranjos, que são totalmente simples. Toda a infelicidade de Nick é solta em "People Ain't No Good", reclamando de toda a injustiça que as pessoas fazem com as outras e a desvalorização do amor, belo de um jeito original e extremamente melódico... Uma de minhas preferidas acaba sendo "Idiot Prayer", que aborda as pessoas que correm cegamente atrás da igreja e fecham os olhos para a razão, contando com uma harmonia típica dos Bad Seeds contida em sua execução e composição. Fugindo um pouco da religião, fica "Far From Me", em sua única beleza que é só ouvindo mesmo.
Bem, se estiver afim de uma bela depressão, deleite-se com The Boatman's Call , de preferência bêbado e quando precisar lembrar daquele amor que não deu certo ou de sua falta de fé em algum deus. Isso tudo ajuda a entrar na atmosfera desse grande disco deste grande nome que é Nick Cave. Enjoy!
Garage rock | Revival rock | Rock Alternativo | Jack White
Steady, As She Goes
Hands
Broken Boy Soldier
Intimate Secretary
Together
Level
Store Bought Bones
Yellow Sun
Call It A Day
Blue Veins
JACK WHITE, um cara foda da atualidade. Tudo que o cara toca vira ouro, e esse projeto num deixou de ser assim.O cara fundou junto com sua "irmã" a dupla de Garage Blues Rock, The White Stripes, que fez fama pelo mundo inteiro. Ele não achou o suficiente. Fundou o The Raconteurs. Não foi o suficiente. Fundo o grupo The Dead Wheater. Não foi o suficiente. Agora abriu uma Label em sua cidade natal (Nashville, Tenesse) e começou a produzir e vender discos lá mesmo. A Third Man Records inova cada vez mais, lança artistas novos em formatos interessantes, como LPs que brilham no escuro, ou que tem cheiro. Acho que ainda num é o suficiente pra ele, daqui a pouco ele aparece com outra.
Ele fundou o The Raconteurs durante uma pausa do The White Stripes e começou junto com Brendan Benson a fazer músicas. Daí nasceu o hit "Steady, As She Goes" e disso a idéia desembolou.
A Banda The Raconteurs produz um som bem bacana, puxado pra influências totalmente roqueiras como The Who (em "Hands") e Led Zeppelin (quase todas as outras) e mostra que dá pra fazer música com um OLD style. Gosto bastante desse projeto, eles já pararam de fazer shows, mas eu ainda espero por um terceiro disco. Sendo que esse é o primeiro e que eles já tem um segundo que também é muito bom (Consolers Of The Lonely).
Taí um blues bacana da banda.
Curiosidade: O nome da banda, "raconteurs", em francês, menciona os contadores de história da Idade Média: as letras -- por vezes, adolescentes -- sempre narram a trajetória de um homem que não sabe se quer crescer e vive em busca de sua maturidade, seu amor e equilíbrio. Parecem sugerir uma analogia com a essência da própria banda -- em que seus integrantes buscam a criatividade em um contexto diferente ao de suas experiências anteriores.
É isso. Eu fico por aqui, aproveitem esse ótimo álbum.
Folk | Experimental | Alternative | Tom Waits | DEUS
01. Big In Japan 02. Lowside of the Road 03. Hold On 04. Get Behind The Mule 05. House Where Nobody Lives 06. Cold Water 07. Pony 08. What's He Building? 09. Black Market Baby 10. Eyeball Kid 11. Picture in a Frame 12. Chocolate Jesus 13. Georgia Lee 14. Filipino Box Spring Hog 15. Take it with Me 16. Come On Up to the House
A genialidade, a voz e a extrema beleza desse álbum fazem com que tudo faça mais sentido, Tom Waits é ao meu ver um dos maiores cantores do mundo, e esse álbum mostra bem o porque disso.
Grunge | Alternative | Silverchair | Adolescente JENHO
01. Slave 02. Freak 03. Abuse Me 04. Lie to Me 05. No Association 06. Cemetery 07. The Door 08. Pop Song for Us Rejects 09. Learn to Hate 10. Petrol & Chlorine 11. Roses 12. Nobody Came 13. The Closing
Agora eu vou falar de um dos meus álbuns favoritos dos 90's, o Freak Show do Silverchair, o precursor da genialidade de Daniel Johns com sua pouca idade e grande experiência musical e emocional, que consegue trazer a carga de violência e belas melodias num único álbum, as melhores faixas do álbum pra mim são: Slave, Freak, Abuse Me e Cemetery. Algumas com uma pegada mais pop alternativa e outras com uma pegada grunge violentíssima.
Acho que o tempo fez bem pra eles, hein?
Agora coloco um vídeo deles ao vivo tocando Slave na Argentina.
Experimental | Alternative | Noise | Doentes Mentais
1 - Teen Age Riot 2 - Silver Rocket 3 - The Sprawl 4 - 'cross The Breeze 5 - Erics Trip 6 - Total Trash 7 - Hey Joni 8 - Providence 9 - Candle 10 - Rain King 11 - Kissability 12 - Trilogy
Imagina a década de oitenta. Imaginou? O que tava pegando? Pensa em alguns nomes aí. Claro que os mais óbvios vem mais rápido: The Cure, Smiths, Echo & The Bunnymen, The Cult, Sisters Of Mercy, The Glove, etc. Só aí você já consegue perceber que, como dizem, o rock "morreu" pra dar espaço ao que acontecia na década de oitenta. Led acabou, John fora assassinado e mais uma galera já estava bem desvirtuada pela falta de referências para fazer algo novo. Até Dylan teve a ideia de criar aquele pop horrível do Traveling Wilburys junto com George Harrison e Roy Orbison. No meio dessa confusão toda, nasce o referencial que virou marco do nascimento do rock alternativo, do avant-garde e do noise.
Acontece que Thurston Moore mudou-se para Nova York e comprou uma Fender Jaguar 65' toda destruída. Juntou com Kim Gordon e mais um pessoal que estava apaixonado pelo punk remanescente dos 70s e resolveram fazer uma coisa que eu defino mais ou menos como isso: "Foda-se. Toca alguma coisa aí que eu toco alguma coisa aqui e acaba saindo alguma coisa uma hora". Não tô exagerando, os caras faziam som com tudo. Garrafa, pedra, cabeça, chute na guitarra, chute no baixo, chute no microfone. Um som caracterizado literalmente pelo experimentalismo.
Acho que isso resume muita coisa, não?
O Daydream Nation foi lançado em 1988 e, em opinião geral, um dos melhores álbuns da década. O que trouxe sucesso para a banda e, uma das maiores obras do experimentalismo. Doze faixas insanas, com cada guitarra saindo em um estéreo diferente, dando um efeito incrível que, em combinação com melodia e letra, não soa como uma guitarra sendo pisada, mas, sim, com um som muito bem trabalhado.
Com 24 álbuns e uma porrada de EPs, Singles, Promos e Splits, Sonic Youth toca até hoje, não a mesma coisa, é claro, mas mesmo assim continua mostrando que até na altura dos sessenta anos você consegue fazer muito barulho. Daydream Nation possui a juventude de cada integrante em sua composição. Guitarras barulhentas, desafinadas por vontade, riffs fora de escala... Parece uma coisa que é como se fosse "ah, vou tocar isso agora"... E no final, está na lista dos cem álbuns mais importantes pela Rolling Stone (apesar das listas da RS serem um lixo, em minha opinião).
Esse álbum é uma ótima dica pra quem gosta de bandas que possuem forte influência do noise ou apenas do punk mesmo. Tanto é que Moore foi pros EUA apenas pra conhecer mais sobre a onda de punk e acabaram sendo taxados de mais uma banda de new wave que crescia. Faixas simples na melodia, difíceis de serem executadas. Cantadas entre Moore, Gordon e Ranaldo, mas com arranjos feito por todos, Daydream tem músicas destrutivas e, ao mesmo tempo, tocantes de certa forma, inclusive nas letras reflexivas e sempre direta, que aborda temas como drogas, relacionamentos baratos e a hipocrisia.
Algumas faixas devem ser destacadas, é claro... Fica na lista, abrindo o disco, "Teen Age Riot", que muda de ritmo e passa de uma levada calma pra uma corrida. Também "Hey Joni", minha preferida do álbum. Finalizando fica a excelente "Trilogy", que é dividida em três partes: The Wonder, que vai até os 4:15 da música. Hyperstation, seguindo até 7:13, cantadas por Moore. E Eliminator Jr. até o fim, cantada pela Kim Gordon.
Bem, então fica aí pra quem quer ouvir algo pra sacudir um pouco e desestressar de ouvir guitarras barulhentas e um ritmo violento. Pra quem curte um experimental, esse disco ganha nota 10! Indispensável pra quem gosta. Agora, se você nunca ouviu Sonic Youth em sua vida, ele fica com 8.5 e já aviso: Se você tem todos os parafusos em sua cabeça, essa não é uma banda para você, rs...
Copeland teve suas atividades já encerradas e diga-se de passagem que foi MUITO BOM enquanto durou. Recomendo pra quem gosta de Death Cab For Cutie. Destaque para os falsettos na voz suave do vocalista Aaron Marsh.
Punk | Alternative | Post Hardcore 01. Turnover 02. Repeater 03. Brendan #1 04. Merchandise 05. Blueprint 06. Sieve-Fisted Find 07. Greed 08. Two Beats Off 09. Styrofoam 10. Reprovisional 11. Shut the Door 12. Song #1 13. Joe #1 14. Break-In
Estou aqui resenhando o post do Matheus porque mais preguiçoso que eu, só ele mesmo. Bem... Ele me mostrou essa banda a uns tempos e foi como descobrir uma daquelas regras chatas do português... Ninguém lembra dela, mas ela sempre estará ali, influenciando com a porra da sua nota final. Esses caras ainda também influenciaram E MUITO a partir do final dos 80.
Fugazi é uma banda de Punk/Post Hardcore formada em 1987 por Ian Mackaye após aquela onda de punks alucinados por Sex Pistols, Ramones, The Clash, etc começarem a decair. Daí surgiu o maldito indie, digamos... Não de Fugazi, porque os caras são do roquenrou... Como eu disse, são uma raridade que conseguiu me pegar apesar de'u não gostar muito de punk/hc pois aqui no Brasil parece que tudo que tem bateria rápida e vocal gritado, é hardcore. Mas percebi que se o hardcore for esse aí mesmo, é uma bela vertente musical pra se aprofundar.
Ian Mackaye é roqueiro, você não.
A banda fazia uma estranha (e compreensivel) atitude em evitar a mídia, o que especulava várias coisas a partir da mídia sobre os integrantes da banda, como por exemplo, o consumo excessivo de álcool e drogas... Bem, sendo uma banda de rock, isso é charme.
O álbum composto por 14 faixas varia de depressivo ao agressivo em questão de uma faixa. Vocal não exagerado e arranjos muito bem feitos para uma banda de apenas quatro membros. Meu destaque vai pra "Shut the Door", "Bluesprint", "Two Beats Off" e "Reprovisional.".. Sem contar as outras faixas excelentes que ele contem... Uma ótima dica pra quem quer curtir guitarras pesadas e um baixo bem sólido.
The Dear Hunter | Alternative | Progressive | FAT PRIDE
01. The Death and the Berth 02. The Procession 03. The Lake and the River 04. The Oracle On the Delphi Express 05. The Church and the Dime 06. The Bitter Suite I & II: Meeting Ms. Leading and Through The Dime 07. The Bitter Suite III: Embrace 08. Smiling Swine 09. Evicted 10. Blood of the Rose 11. Red Hands 12. Where the Road Parts 13. Dear Ms. Leading 14. Black Sandy Beaches 15. Vital Vessle Vindicates
The Dear Hunter começou como um projeto solo a parte do cantor e tecladista Casey Crescenzo, formalmente um membro da banda proveniente de Boston, Receiving End of Sirens.
Crescenzo decidiu deixar a Receiving End of Sirens e dedicar todo seu tempo em The Dear Hunter. Seguindo a produção independente de um EP denominado, Dear Ms. Leading, Crescenzo escreveu e gravou um full-length álbum chamado:Act I: The Lake South, the River North. A história de um jovem garoto em seu nascimento, adolescência, e morte. Um álbum marcado por letras extremamente sensíveis com influências progressivas e pop. Os arranjos foram quase todos tocados por Crescenzo, com uma pequena ajuda de familiares e amigos na bateria, teclado, trompete, harmonia e vocais.
01. These Days 02. Clear Cutting 03. Single 04. Break Your Frame 05. Disarm 06. Not a Dull Moment 07. You Deserve This 08. If a Had a Son 09. Solar Sister 10. Off the Wagon 11. Another Dead Romance 12. Killers and Liars 13. Our Greatest Year 14. The Passenger
Bad Astronaut é um dos milhares de projetos paralelos de Joey Cape, do Lagwagon. Com uma pegada mais alternativa do que o Me First and the Gimmes Gimmes, o Bad Astronaut faz um som singular e ótimo.
01. The Suburbs 02. Ready to Start 03. Modern Man 04. Rococo 05. Empty Room 06. City With No Children 07. Half Light I 08. Half Light II (No Celebration) 09. Suburban Way 10. Month of May 11. Wasted Hours 12. Deep Blue 13. We Used to Wait 14. Sprawl (Flatland) 15. Sprawl II (Mountains Beyond Mountains) 16. The Suburbs (Continued)
Esse é o novo álbum do Arcade Fire que é uma banda simplesmente genial, não é superior ao grandioso primeiro cd do Arcade Fire o "Funeral", mas é um ótimo álbum. As melhores faixas do álbum pra mim são: Modern Man e Ready to Start. Espero que curtam
Alternativo | Brazilian | Experimental Rock | NOME AWESOME
1 - Marcando
2 - À Toa
3 - O Último Dia do Rio
4 - Festa na Porta
5 - É Bom
6 - Temp. 02
7 - Dharma Dub
8 - Seu [feat. Cris Braun]
9 - Cinzamarelo
10 - Estação
Quando vi a banda, eu pensei alto: QUE NOME GENIAL! Tive que conhecer e descobri que além do nome, o som deles tambem é genial! Coisa Linda Sound System é uma banda de Alagoas formada pela dupla Marcelo Cabral e Aldo Jones, contando com a participação de outros caras. Este sendo o segundo album deles, lançado em 2009, mostra um swingado excelente, ótimos arranjos e letras irônicas e, de certa forma, cômicas.
Não tive muitas fontes pra pesquisar sobre os caras (nem vídeos bons, por isso coloquei o myspace no fim do post), mas a certa que fica é que o som é de alta qualidade, senão eu não postaria uma banda que conheci hoje, rs. Misturando o eletrônico, o ska e o manguebeat numa característica única, Coisa Linda Sound System faz um ritmo dançante e animado, uma ótima dica pra começar a segunda feira menos pior, rs. O destaque fica pras faixas "À Toa", "É Bom", "Cinzamarelo" e "Estação".
1 - Carvel
2 - Omission
3 - Regret
4 - Ricky
5 - Second Walk
6 - Every Person
7 - -00Ghost27
8 - Wednesday's Song
9 - This Cold
10 - Failure33 Object
11 - Song To Sing When I'm Lonely
12 - Time Goes Back
13 - In Relief
14 - Water
15 - Cut-Out
16 - Chances
17 - 23 Go In To End
18 - The Slaughter
Pra quem não conhece esse sujeito aí, apresento-lhes agora: John Frusciante. Ah, bem, geral demais... Fica mais fácil pra você lembrar dele como guitarrista do Red Hot Chili Peppers... Ahh, lembrou, né? Então... A carreira dele no Red Hot foi sua mais famosa, mas não podemos afirmar que foi, com certeza, a melhor.
Sob sua intrínseca carreira com Anthony Kiedis, lançou cinco álbuns e se afastou da banda por inúmeras vezes, sendo substituído por Dave Navarro e, recentemente na sua saída oficial da banda em 2009, seu companheiro em vários trabalhos, Josh Klinghoffer o substituiu permanentemente. Interessante lembrar que em sua carreira solo, John Frusciante lançou 16 álbuns desde 1994, contando com dois EPs e um acústico desse mesmo álbum que estou postando.
Eleito como o melhor guitarrista dos últimos 30 anos, John possuía uma personalidade forte diante do pessoal do Red Hot Chili Peppers. Com o desejo de tocar música experimental (coisa que os membros da antiga banda foram divergindo ao longo do tempo, acabando no resultado que foi o Stadium Arcadium) ele fabricava álbuns em lo-fi ou com um selo patrocinado por si mesmo, com uma levada totalmente diferente dos álbuns gravados com o Red Hot Chili Peppers, estritamente experimental. Além da sua imensa discografia solo, John Frusciante possui dois álbuns gravados sob o nome de Ataxia, juntamente com Joe Lally, baixista da banda Fugazi, e Josh Klinghoffer, instrumentista que participou em N trabalhos de N artistas, rsrs.
Bem, o Shadow Collide With People foi o trabalho que mais gostei dos oito que cheguei a conhecer, sendo que quase todos possuem mais de 15 faixas. Seu primeiro álbum, Niandra Lades & Usually Just A T-shirt, possui 27 músicas! Não é moleza não, meu caro... rs. Todas as faixas muito bem trabalhadas, sendo que o próprio John Frusciante foi o responsável pelas composições, arranjos, vocais, back vocais e praticamente tudo o que você ouvirá nisso aí.
Algumas faixas merecem um devido destaque. Como "Ricky", primeira música que ouvi dele e que o próprio Matheus me enviou. "Song To Sing When I'm Lonely" possui uma das melhores letras do album e, pra quem curte um folk, pule para "Wednesday's Song" e somente ouça, rsrs...
01. Either 02. Natural's Not in It 03. Not Great Men 04. Damaged Goods 05. Return the Gift 06. Guns Before Butter 07. I Found that Essence Rare 08. Glass 09. Contract 10. At Home He's Tourist 11. 5.45 12. Anthrax
Gang of Four é uma banda pós-punk de Leeds, Inglaterra. Faziam parte da formação original o cantor Jon King, o guitarrista Andy Gill, o baixista Dave Allen e o baterista Hugo Burnham. Estiveram totalmente ativos entre os anos de 1977 e 1984, reapareceram durante a década de 1990 por duas vezes com King e Gill. Em 2005 reuniram a formação inicial.
1 - The Next Time Around
2 - Brand New Start
3 - Play The Part
4 - No One's Better Sake
5 - Unattainable
6 - Shoulder To Shoulder
7 - With Strangers
8 - Keep Me In Mind
9 - How To Hang A Warhol
10 - Don't Watch Me Dancing
11 - Evaporar
Conheci o Little Joy através de uma amiga lá pra 2008. Não dei o mínimo interesse na época e me arrependi por não ter prestado mais atenção naquele som e alguns meses depois dei uma escavada e os reencontrei esse (e único) album e foi paixão à segunda vista.
Rodrigo Amarante encontrou com Fabrizio Moretti num festival em Lisboa em 2006. Conversaram e chegaram na ideia de formar algo para fazer um som desvinculado das bandas em que eles tocavam. Findo o ano, a ideia não foi levada adiante por motivos internos da banda de cada um: Los Hermanos acabando e Casablancas se colocando na linha pra ganhar a mesadinha do pai. Um ano depois, enquanto Amarante fazia participação no Smokey Rolls Down Thunder Canyon, do Devendra Banhart (precisamente na faixa Rosa), ele decide encontrar Moretti para resolver a treta de antigamente e finalmente fundar o projeto juntamente com Binki Shapiro, ótima musicista que incentivava a ideia desde a, hmm... idealização(?).
Com apenas onze faixas, Little Joy é uma surpresa. Misturando influências do folk, letras em português e inglês, a composição característica de Amarante e a suavidade da voz de Binki, eles conseguem formar um album quase perfeito que para ser o primeiro album de alguem. Só ouvindo mesmo para poder falar bem.
Destaque a algumas faixas como "Don't Watch Me Dancing", cantada por Binki, que me fez marcante como uma das primeiras músicas que eu realmente me apaixonei, tanto pelos arranjos, pela voz ou pela composição... Tambem tem "Evaporar", cantada por Amarante em apenas um violão e na nossa língua nativa, rs, sendo suave, linda e densa. Assim como em "Unattainable", cantada por Binki, com sua voz que já se torna característica ao longo do disco, ela te leva a uma calmaria única. Abrindo o album, "The Next Time Around", cantada por ambos e tocada até com banjos, quase que é a estrela do album se, é claro, todas as músicas fossem ótimas.
01. Tudo o que eu sempre sonhei 02. O amor verdadeiro não tem vista para o mar 03. 1932 (C.P.) 04. Marinês 05. Lição de Casa 06. Quem me dera houvesse trem 07. Marcelo ou eu Traí o Rock 08. Futebol de Óculos 09. Sambinha Salgueiro 10. O que dará o Salgueiro 11. Semana 12. Todas as Canções são de Amor 13. Tchau
Pullovers é uma banda paulista (?) de rock alternativo com um som muito doce e algumas letras muito ásperas, tudo muito simples e bem feito, esse cd contem ótimas composições com arranjos simples, as minhas faixas favoritas são "Tudo o que Eu Sempre Sonhei" "Marcelo ou eu Traí o Rock" e "Tchau"
01 - Song 1
02 - That Creature In The Closet
03 - The Bear On It's Cavern
04 - The Last Part of Our Void
05 - F for fake
06 - Até o Joelho Cair
07 - Michael Kane
08 - Delírio Coletivo
09 - Coletivo Segundo
10 - Instrumental
11 - Catarse
13 - Pedacabo
Aproveitando o surto de música nacional que ouvi semana passada, passei pra uma vertente um pouco diferente e acabei caindo nessa bandinha ai que, por puro acaso, encontrei a mais ou menos um ano por uma comunidade (horrenda) do orkut. Bem, pelo menos posso dizer que alguma coisa na minha vida ganhei usando aquela coisa. Pelo menos Jennifer Lo-Fi.
Pelo (muito pouco) que conheço da banda, Jennifer Lo-Fi foi formado em 2008, em São Paulo, através da Internet. Isso mesmo, meu chapa, através do bom e velho MySpace. O pessoal já trilhava um caminho na música e resolveram juntar e fazer seu próprio som. A banda, relativamente muito nova, leva nas costas influências como Sonic Youth, Cat Power e The Mars Volta.
Tomei a liberdade de fazer uma seleção das músicas lançadas entre 2008 e esse ano, no EP Summer Session, que mostra uma tomada experimental violenta, meus jovens, rsrs. Bem, pra começar, coloquei as músicas em sequência de lançamento: Uma do EP de 2008, oito lançadas nesse meio tempo e três do ultimo trabalho deles.
A voz suave e (quando quer) agressiva de Sabine Holler consegue ir levando o som na mais tranquila calma de todas. Na primeira faixa, "Song 1" (tambem nomeada de Below AndAbove), dá uma bela introdução do que parece uma seleção bem calma, mas que muda apartir da metade de "Até o Joelho Cair", que tem uma guinada bizarra na metade de já te leva pra uma atmosfera totalmente diferente do começo. Além disso, as músicas são cantadas ora em inglês, ora em português, mostrando letras excepcionais e muito densas.
O destaque dessa seleção vai pra músicas como "F For Fake", com um clipe muito bem trabalhado e simples, "Michael Kane" que, na minha opnião, faz um excelente jogo de palavras. Mas "The Bear On It's Cavern" é minha preferida. Violão suave, voz suave, instrumentos suaves e, pelo que sei, a participação de Mallu Magalhães em um instrumento que lembra muito uma gaita mas não é. E falando nela, o produtor de Jennifer Lo-Fi tambem é o cara que botou a Magalu na fama, mas dessa vez será uma banda melhor ainda, haha.
Taí uma boa sugestão de pouca coisa que tem no mercado brasileiro, rs. Espero que gostem.